October 2011
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“Eu fui à Floresta porque queria viver livre. Eu queria viver profundamente, e sugar a própria essência da vida… expurgar tudo o que não fosse vida; e não, ao morrer, descobrir que não havia vivido”.
Tudo é mais complicado do que você pensa. Você vê apenas um décimo do que é verdade. Há um minhão de pequenos textos ligados a cada escolha feita. Você pode destruir sua vida sempre que escolhe. Talvez você não saiba por 20 anos, e talvez nunca localize a fonte. E você só te uma chance. Tente entender seu divórcio. E dizem que não existe destino, mas existe, e é o que você cria. E mesmo que o mundo continue por era e mais era, você está aqui apenas por uma fração de uma fração de segundo. A maior parte do seu tempo é gasto estando morto, ou ainda não nascido, mas, enquanto está vivo, você espera em vão, desperdiçando anos, por um telefonema, ou uma carta, e isso nunca vem. Parece vir, mas não vem realmente. Então você passa seu tempo em vago arrependimento, ou vaga esperança de que algo bom virá. Algo que o faça se sentir conectado, inteiro, algo que o faça se sentir amado.
E a verdade é… Eu sinto tanta raiva!
E a verdade é… Eu me sinto tão triste!
E a verdade é… Eu me sinto magoado por tanto tempo!
E, por muito tempo, venho fingindo que estou bem, só para seguir adiante… Eu não sei por quê. Talvez porque ninguém queira ouvir sobre meu sofrimento, porque eles têm os seus próprios.
Foda-se todo mundo.
Amém.